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🔄 fux supreende e volta atrás...
stf continua com total de zero dias sem polêmicas e o stj tem um ministro na mira
13/04/2026
segunda-feira
bom dia. fux virou o voto, o stj prepara julgamento contra um dos seus ministros, o debate sobre terapias de conversão sexual vai recomeçar do zero e um plano de saúde tentou cobrar documento que nem o próprio contrato exigia. é segunda-feira, mas a semana não esperou o café esquentar.
🎙️ EPISÓDIO NOVO NO AR!


NA PAUTA DE HOJE…
🔄 Fux muda de posição e vota pela absolvição de réus do 8 de janeiro
🏗️ STJ decide se incorporadora pode usar recuperação judicial quando a obra já acabou
🛋️ STF reinicia do zero o julgamento sobre a proibição das "terapias de conversão sexual"
🏥 Plano de saúde nega reembolso com regra que o próprio contrato não prevê
🧹 Empresa manda funcionária limpar fábrica como punição e é condenada por assédio moral
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DIREITO CONSTITUCIONAL / PENAL
Fux muda de posição e vota pela absolvição de réus do 8 de janeiro

Créditos da imagem: Rosinei Coutinho/STF
O ministro Luiz Fux apresentou votos pela absolvição de sete réus condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, no plenário virtual do STF. Em seus votos, afirmou que reviu o entendimento anterior por considerar que houve excessos nas condenações.
Fux havia integrado a maioria que condenou os réus nas primeiras análises. Agora defende a absolvição total em sete ações que envolvem pessoas que estavam acampadas em frente ao quartel-general do Exército, condenadas por associação criminosa e incitação ao crime. Para o ministro, a responsabilização penal exige prova concreta da atuação de cada acusado; não é possível presumir culpa a partir do contexto coletivo.
Em três processos que envolvem réus que invadiram as sedes dos Três Poderes, Fux votou pela absolvição parcial: propôs condenação apenas por deterioração de patrimônio tombado, afastando acusações mais graves como tentativa de golpe.
A mudança de posição, porém, não deve alterar o resultado final. O julgamento ocorre em embargos de declaração e segue no plenário virtual até sexta-feira (17).
📚 DicioLaw
Embargos de declaração: recurso usado para corrigir obscuridade, contradição ou omissão em uma decisão judicial. Não serve para rediscutir o mérito, mas pode abrir espaço para revisão de pontos que ficaram mal resolvidos.

APRESENTADO POR CP IURIS
A rota de fuga da advocacia: como conquistar a estabilidade de R$ 14 mil
Sabe aquele cansaço constante na advocacia?
Aquela sensação de trabalhar até a exaustão, vivendo sob a pressão de prazos, clientes difíceis e a insegurança financeira do final do mês.
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DIREITO EMPRESARIAL / RECUPERAÇÃO JUDICIAL
STJ decide se incorporadora pode usar recuperação judicial para dívidas gerais quando a obra já acabou
A 3ª Turma do STJ começou a julgar se sociedades de propósito específico (SPEs) com patrimônio de afetação podem pedir recuperação judicial para reestruturar dívidas que não têm relação com o empreendimento para o qual foram criadas. | ![]() Créditos da imagem: Agência Brasil |
O julgamento foi interrompido por pedido de vista do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.
O caso concreto envolve o Grupo Rossi, que incluiu 310 SPEs no pedido de recuperação judicial. Dessas, apenas 7 têm patrimônio de afetação, e a defesa sustenta que as obras já foram concluídas, o que eliminaria a incompatibilidade que o STJ vem reconhecendo desde 2022.
O relator, ministro Humberto Martins, manteve o entendimento de que SPEs com patrimônio de afetação não podem se sujeitar à recuperação judicial, por incompatibilidade entre os institutos. A verba da afetação não se submete ao controle do juízo da recuperação. Ela fica separada e só volta ao patrimônio geral da incorporadora após a conclusão do projeto.
O voto-vista de Cueva pode explorar justamente esse distinguishing: se a obra está concluída, o patrimônio de afetação ainda justifica a vedação?
📚 DicioLaw
Sociedade de propósito específico (SPE): modelo empresarial constituído para executar um projeto determinado e limitado, como obras, infraestrutura ou empreendimentos imobiliários, unindo sócios para compartilhar riscos.
Possui personalidade jurídica própria, escrituração contábil e costuma ser extinta após a conclusão do objetivo.

LL INSIGHT
🔍 As principais análises do dia:
📄 Administração Pública Digital: direito administrativo em releitura O direito administrativo revisitado à luz da digitalização em Administração Pública Digital, de José Faleiros: o que mudou com a Lei de Governo Digital e o que ainda está em construção. Leia na íntegra.
📄 Equity, plataformas e ecossistemas: como o Direito Empresarial se organiza perante a Nova Economia A Nova Economia reorganiza mercados e expõe os desafios do Direito Empresarial brasileiro diante de modelos de negócio baseados em plataformas, dados e escalabilidade. Este artigo mapeia onde o ordenamento ainda não chegou e propõe um perfil de competências para o advogado que atua nesse ambiente. Leia na íntegra.
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DIREITO CONSTITUCIONAL
STF reinicia do zero o julgamento sobre a proibição das "terapias de conversão sexual"

Créditos da imagem: Antonio Augusto/STF
O ministro Edson Fachin pediu destaque e retirou do plenário virtual o julgamento que discute a constitucionalidade da resolução do CFP que proíbe práticas conhecidas como "terapias de conversão sexual". Com a mudança, o caso será reiniciado em sessão presencial, ainda sem data definida, e os votos já registrados no ambiente virtual não valem mais.
Antes do pedido de destaque, apenas o relator Alexandre de Moraes havia votado. Ele entendeu que a atuação do psicólogo deve observar critérios científicos, não convicções religiosas, e votou pela validade da resolução.
O caso reúne duas ADIs com posições opostas. De um lado, o Partido Novo e o Instituto Brasileiro de Direito e Religião argumentam que a norma viola liberdade religiosa e de consciência. Do outro, o PDT e o Centro de Estudos Freudianos do Recife defendem que a vedação preserva o caráter técnico e científico da psicologia.
Com o reinício no plenário físico, o debate entre os ministros será aberto. E o resultado, imprevisível.
A mudança de ambiente não é neutra. No plenário físico, os votos são públicos, os debates acontecem em tempo real e a pressão entre os ministros é diferente.

APRESENTADO POR MENTORIA ALÉM DO CORTE
Eu sei o que falta para você ir Além do Corte nas provas de Procuradorias

Eu fiz o trabalho pesado por você!
Abri todas as últimas provas, identifiquei os artigos mais cobrados e as pegadinhas que as bancas usam para te tirar da lista de aprovados.
No dia 13/04, eu vou abrir a minha "caixa preta" e te entregar o código para decifrar o DNA da Lei Seca.
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DIREITO DO CONSUMIDOR / SAÚDE
TJ/SP: plano de saúde não pode exigir comprovante bancário que o contrato não prevê
![]() Créditos da imagem: Migalhas | A 1ª Câmara do TJ/SP manteve condenação que obriga operadora de plano de saúde a reembolsar despesas de cirurgia bucomaxilofacial realizada fora da rede credenciada. A operadora havia negado o reembolso alegando ausência de comprovante bancário, mas o contrato não exige essa forma específica de comprovação. |
O beneficiário apresentou notas fiscais, boletos e comprovantes de quitação emitidos pelo hospital. Para a relatora, desembargadora Inah de Lemos e Silva Machado, esses documentos eram suficientes. Criar exigência não prevista em contrato configura interpretação restritiva incompatível com contratos de adesão e com o CDC.
O procedimento havia sido previamente autorizado pela operadora, e o beneficiário exerceu regularmente a cláusula contratual de livre escolha. A tentativa de afastar o reembolso com questionamentos genéricos, sem respaldo técnico, não foi aceita pelo tribunal.
O que você deve guardar: autorização prévia do plano para o procedimento é o documento mais importante nesse tipo de disputa. Com ela, a discussão sobre reembolso se torna muito mais difícil de perder, independentemente de qual comprovante o plano diz exigir depois.

DIREITO DO TRABALHO
Empresa manda trabalhadora limpar fábrica como punição e é condenada por assédio moral

Créditos da imagem: Migalhas
A 2ª Turma do TRT da 24ª Região manteve condenação de empresa ao pagamento de cerca de R$ 10 mil por assédio moral e doença ocupacional a uma auxiliar de produção.
Entre as condutas reconhecidas pelo tribunal: advertências públicas, cobranças excessivas de metas, rebaixamento de função e atribuição de tarefas punitivas, incluindo a limpeza da fábrica, atividade fora das atribuições do cargo. O colegiado entendeu que o conjunto de condutas reiteradas configura abuso do poder diretivo e viola a dignidade da trabalhadora.
O tribunal também reconheceu nexo de concausalidade entre as atividades exercidas e o desenvolvimento de bursite no ombro e no quadril. A empresa não adotou medidas adequadas de prevenção, o que contribuiu para o agravamento das lesões.

Hoje é o dia.
Para quem garantiu a vaga, o link de acesso está no seu email. Nos vemos em instantes.
Para quem ficou de fora, anota aqui. A próxima oportunidade vai ser comunicada primeiro para quem está nessa lista.
Até logo. 👋🏼

PARA QUEM TEM APENAS 1 MINUTO ⌛
Express do dia ☕
🏛️ STJ prepara julgamento sobre Marco Buzzi. Corte avalia na terça se abre PAD contra ministro acusado de assédio em dois casos distintos. Votação será secreta. Leia completo.
🚔 Policiais civis se passaram por defensores públicos para prender suspeitos no RJ. Defensoria cobrou explicações e alertou para possível crime de falsidade. Dois casos registrados em março. Leia completo.
🛵 App de entrega abandona compras de supermercado na rua e é condenado. TJ-DF manteve indenização de R$ 3 mil após entregador deixar sacola no asfalto sem contatar consumidora. Leia completo.
⚖️ Gilmar Mendes defende Messias ao STF Ministro elogiou perfil "conciliador e técnico" do AGU e disse que ele está "à altura do cargo". Sabatina marcada para 29 de abril. Leia completo.

🎯 Você leu ou só passou o olho?
Fux virando voto, SPE em recuperação judicial, "cura gay" no plenário físico, plano de saúde que inventa regra e fábrica usada como punição. Cinco temas de hoje. Cinco questões esperando por você.

📩 A gente se encontra de novo amanhã, às 6h!
Um resumo direto, certeiro e que cabe no seu café da manhã. Quem lê diariamente já sente o raciocínio jurídico ganhar ritmo.
Até lá! 👊




