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💥 até o bolsonaro passou por custódia
e STF trava processos e busca tese unificada
28/11/2025
quinta-feira
bom dia. “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”: separar fato de opinião, intenção de efeito, regra de exceção evita confusão e decisão ruim. hoje, qual fronteira você precisa desenhar para agir com mais clareza e serenidade?
🎙️ EPISÓDIO NOVO NO AR!

NA PAUTA DE HOJE…
🎓 formatura é show, mas sem vexame
✈️ toffoli apertou o botão de pausa
📲 citação por zap? pode sim
🚨 preso sim, mas com protocolo
⚖️ stj libera downgrade de cela

direito do consumidor
Seu nome não foi chamado na formatura? Pode dar processo, sim!

Já pensou você terminar o curso, cumprir todas as exigências, comprar a beca, avisar a família inteira, se arrumas… e na hora H, seu nome não ser chamado? Foi isso que aconteceu com uma estudante do DF.
Resultado? A organizadora da cerimônia foi condenada a indenizá-la.
O caso rolou no 3º Juizado Especial Cível de Ceilândia. A estudante provou que estava 100% regular com a faculdade, mas mesmo assim foi “esquecida” no evento. E não estamos falando só de um erro técnico. O juiz entendeu que a colação de grau tem um valor simbólico importante, afinal, é o fim de uma jornada e o início de outra. Quando isso é frustrado, sim, há dano moral.
E olha só: como a relação entre formanda e empresa de eventos é de consumo, aplica-se o Código de Defesa do Consumidor.
Ou seja, a responsabilidade é objetiva, basta o erro, não precisa provar culpa.
A decisão ainda abriu espaço para danos materiais, se ela conseguir comprovar gastos com trajes, convites, fotos, etc.
Se você trabalha com eventos acadêmicos ou acompanha esse tipo de caso, fica a lição: formatura não é só um show, é um momento de celebração legítima. E se der ruim, o Judiciário tá aí pra corrigir a rota.

Apresentado por Summit
Você está deixando dinheiro e clientes na mesa sem perceber?
Sabe aquele momento em que você percebe que saber o básico não te leva mais longe?
A advocacia em Saúde funciona exatamente assim: enquanto muitos improvisam, poucos dominam e são esses poucos que ganham os casos que todo mundo gostaria de ter.
Foi por isso que o advogado Elton Fernandes escreveu o livro que virou referência nacional. Não é teoria solta. É estratégia de guerra jurídica. É passo a passo. É a segurança que faltava para você atuar em um dos nichos mais rentáveis do país sem medo de errar. 🩺
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direito aeronáutico
Processos sobre voos atrasados? STF apertou o botão de “pausa”
Se você está tocando uma ação por atraso ou cancelamento de voo, atenção: o STF colocou todos esses processos em modo avião. O ministro Dias Toffoli determinou a suspensão nacional de ações que discutem indenização por problemas no transporte aéreo causados por força maior, como mau tempo, problemas na infraestrutura dos aeroportos ou decisões da autoridade aeronáutica.
Mas por que isso agora? O Supremo vai decidir uma questão central: nesses casos, vale o Código de Defesa do Consumidor (CDC) ou o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA)? Essa escolha muda tudo!
O CDC trabalha com responsabilidade objetiva, ou seja, a companhia paga, salvo situações bem específicas.
Já o CBA é mais flexível quando o problema foge do controle da empresa.
O caso que puxou o freio foi um recurso da Azul contra condenação do TJ-RJ. O tribunal aplicou o CDC, mas a companhia defende que deveria valer o CBA.

Enquanto o STF não bate o martelo, todos os processos sobre esse tema (tanto individuais quanto coletivos) ficam suspensos. A ideia é evitar decisões conflitantes e insegurança jurídica. E mais: Toffoli ainda mencionou um estudo que mostra que boa parte dessas ações vem de poucos advogados, o que pode indicar litigância predatória.
Então, por ora, nada de decisões novas nesse voo jurídico.

direito processual civil
Citação pelo WhatsApp? TJ-SP confirmou que pode, sim!
Se você ainda torce o nariz pra atos processuais pelo WhatsApp, talvez seja hora de rever. A 15ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP validou uma citação feita pelo aplicativo em um processo de execução. E não foi por acaso!
O oficial de justiça tentou localizar o devedor em casa, mas quem atendeu foi a esposa, que informou o número de celular que ele realmente usava. O mandado foi enviado por ali, com direito a registro da entrega e tudo mais… aquela famosa confirmação de visualização que o WhatsApp entrega tão bem.

Em 1ª instância, o juiz invalidou a citação, alegando que não havia regulamentação específica e que outras diligências presenciais poderiam ser feitas. Mas o TJ-SP entendeu diferente: lembrou que o artigo 246 do CPC já permite citação por meios eletrônicos e, mais importante, destacou que a certidão do oficial tinha todos os detalhes e goza de fé pública.
O recado é claro: desde que haja segurança de que a mensagem chegou ao destinatário certo (tais como número correto, confirmação de entrega e, se possível, documentos que provem a identidade), o WhatsApp pode ser um meio totalmente válido para citações.
O Tribunal ainda frisou que isso não prejudica o contraditório nem a ampla defesa, e, pelo contrário, ajuda a dar agilidade ao processo, especialmente quando os meios tradicionais falham.

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direito constitucional
STF confirma prisão de Bolsonaro após audiência de custódia
O Supremo Tribunal Federal manteve, por unanimidade, a prisão de Jair Bolsonaro e de outros cinco condenados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. E sim, mesmo após a condenação definitiva, todos passaram por audiência de custódia e a gente te explica o porquê.
As audiências aconteceram por videoconferência e tiveram um objetivo simples, mas importante: checar se a prisão está sendo cumprida de forma legal, sem abusos ou irregularidades.
Ou seja, não é pra discutir o mérito da condenação (isso já ficou no passado com o trânsito em julgado), mas garantir o respeito aos direitos básicos durante a execução da pena.
O famoso princípio do direito ao devido processo legal e garantia de defesa.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de reclusão, em regime fechado. E permanece na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Já os outros cinco (Braga Netto, Heleno, Anderson Torres, Nogueira e Garnier) também tiveram as prisões mantidas e serão encaminhados conforme cada caso (Justiça Militar ou comum).

O relator, ministro Alexandre de Moraes, reforçou que tudo segue dentro da legalidade. A decisão do STF marca o início efetivo do cumprimento das penas e reforça que não há espaço para manobras após a condenação definitiva.
Pra quem atua ou estuda Direito Penal, é mais um episódio que reforça a importância do devido processo legal até na hora de prender quem já foi condenado.

direito penal
STJ libera regressão de regime sem ouvir o apenado antes, mas só em casos urgentes
Se você atua (ou estuda) Execução Penal, atenção: o STJ firmou um entendimento importante. Agora é possível a chamada regressão cautelar de regime sem a oitiva prévia do apenado. Sim, o preso pode ser mandado de volta pro regime mais rígido antes de ser ouvido… mas calma, tem regra pra isso.

A decisão veio em julgamento de recurso repetitivo (Tema 1.347), ou seja, vale pra todo o Judiciário. A ideia é simples: quando surgem indícios de falta grave (como tentativa de fuga ou novo crime), o juiz da execução pode agir rápido e regredir provisoriamente o regime, pra preservar a ordem e a segurança.
Mas não é “liberou geral”, tá? O relator, ministro Og Fernandes, explicou que essa medida é provisória e exige fundamentação concreta.
Nada de decisões genéricas.
E claro: o apenado continua tendo direito ao contraditório e à ampla defesa, só que isso vai acontecer durante o processo de apuração da falta, não antes da regressão.
Essa nova tese distingue bem a regressão cautelar (emergencial) da definitiva (que exige oitiva obrigatória, como manda o art. 118 da LEP). A medida busca dar agilidade na gestão prisional, mas exige atenção redobrada do Judiciário pra evitar abusos.
Pra quem acompanha o tema, é um passo relevante na consolidação da jurisprudência em execução penal.

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agora sim… sextamos.

que tal um som diferente para iniciar o final de semana com o pé direito?

para quem tem apenas 1 minuto ⌛
Express do dia ☕
💸 STJ confirma dedução de aportes extras no IR
O STJ fixou que contribuições extraordinárias a fundos de previdência complementar podem ser deduzidas do IRPF, até 12% dos rendimentos. Leia mais.
🩺 Senado avança em novas tecnologias contra o câncer
CAS do Senado aprovou diretrizes para pesquisa, produção e acesso a vacinas e medicamentos oncológicos, enviando o PL 126/2025 à Câmara. Leia mais.
👩🏻💻 STJ exige dano concreto para indenização de dados
O STJ decidiu que, em casos de compartilhamento indevido de dados pessoais, o consumidor só tem direito à indenização se comprovar efetivo dano moral ou material. Leia mais.

e aí…?
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📩 A gente se encontra de novo amanhã, às 6h!
Um resumo direto, certeiro e que cabe no seu café da manhã. Quem lê diariamente já sente o raciocínio jurídico ganhar ritmo.
Até lá! 👊






